Após o longo período de seca, o Espírito Santo sofre hoje com as fortes chuvas que começaram desde a semana passada. De norte a sul, a população está em estado de alerta e a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros pedem atenção para as normas de segurança.
Em Cachoeiro de Itapemirim, várias ruas no centro da cidade e na zona rural foram alagadas. Na sexta-feira, a Praça Gilberto Machado, em frente ao Hospital Unimed, parecia um rio com fortes correntezas. Pessoas não conseguiam atravessar a rua.
Já os turistas sulinos que desejavam viajar para a região metropolitana tiveram uma desagradável surpresa. As ruas que dão acesso a Praia da Costa em Vila Velha estão alagadas e por isso desistiram.
No bairro Arariguaba, moradores próximos da encosta que fica atrás da Praça da Paz não tiveram sossego à noite por medo de um possível deslizamento. Em Itapemirim, o muro de um hotel caiu no bairro Luanda e algumas escolas paralisaram as aulas por precaução.
Uma das localidades mais afetadas com as fortes chuvas foi a Tijuca. Todas as ruas ficaram submersas deixando o trânsito interditado. Os moradores ficaram totalmente ilhados, a maioria deles não conseguiram nem mesmo sair de casa, já que o único ônibus que faz o transporte de passageiros na Tijuca não conseguia concluir o seu destino.
A Defesa Civil Municipal planejava estratégias de ação quando recebia os chamados Um comitê de emergência formado pela Defesa Civil de Cachoeiro, Corpo de Bombeiros e as secretarias de Obras, Interior e Serviços Urbanos de Cachoeiro foi implantada.
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